Quem está insatisfeito no emprego
Pessoas que continuam trabalhando em situação abusiva e precisam entender quais são as opções antes de tomar qualquer atitude que possa comprometer a renda da família.
Advogado inscrito na OAB/SP, com atuação concentrada em direito do trabalho e direito previdenciário na capital paulista.
A maioria das pessoas que me procura chega depois de já ter escutado alguma versão de que não vale a pena, que não tem prova, que a Justiça não decide mais a favor de quem trabalha. Chegam cansadas de burocracia e desconfiadas de qualquer promessa fácil, e é justamente por isso que a primeira coisa que faço é olhar os documentos antes de dizer qualquer coisa.
Trabalho com duas áreas que se encontram com frequência no dia a dia de quem é empregado. O direito do trabalho aparece quando a empresa deixa de cumprir o contrato, e o direito previdenciário aparece quando o INSS nega, corta ou calcula a menos aquilo que a pessoa passou anos contribuindo para receber. Quem sofre um acidente de trabalho, por exemplo, costuma ter as duas frentes abertas ao mesmo tempo, e tratar as duas em conjunto muda o resultado.
Meu compromisso é ter os seus direitos protegidos e reconhecidos com dignidade através do meu trabalho.
Sobre a velocidade. A parte do processo que corre no Judiciário tem um ritmo que ninguém controla, e prometer o contrário seria mentira. O que dá para acelerar está na preparação: entrar com a documentação completa, escolher a tese certa na primeira tentativa, produzir a prova no momento em que ela é aceita e não deixar prazo passar em branco. É aí que a diferença aparece, e é aí que eu concentro o esforço.
Sobre a comunicação. Processo parado por seis meses aguardando audiência é normal, mas ninguém deveria descobrir isso sozinho. Você recebe explicação em linguagem comum sempre que alguma coisa relevante acontece, e pode perguntar quando quiser sem sentir que está incomodando.
Sobre o que eu não faço. Não garanto resultado, porque nenhum advogado sério pode fazer isso. Não digo que o seu caso é fácil antes de ver os papéis. Se eu achar que a chance é pequena ou que o custo não compensa, vou dizer isso com todas as letras, mesmo que signifique perder o cliente.
Pessoas que continuam trabalhando em situação abusiva e precisam entender quais são as opções antes de tomar qualquer atitude que possa comprometer a renda da família.
Segurados que tiveram auxílio-doença ou auxílio-acidente indeferido, ou que receberam alta da perícia sem condição real de voltar ao trabalho.
Trabalhadores que querem saber quando podem se aposentar, com qual valor, e o que ainda dá para ajustar no histórico de contribuições antes de fazer o pedido.
Mande uma mensagem contando o que aconteceu. A partir dos documentos eu explico o que dá para fazer e quais são os riscos.